Minhas lembranças do Clube de Xadrez São Paulo

 

 

Há décadas, o Mini-Open de sexta-feira à noite e o Relâmpago de sábado à tarde tornaram-se marcas registradas do CXSP. Essas modalidades são muito apreciadas por aqueles que não têm tempo de se dedicar às competições longas. Em respeito à tradição, os dois torneios semanais só não são realizados quando os salões do Clube ficam reservados aos  campeonatos de partidas pensadas.

Enxadristas fortíssimos rendem-se ao prazer do Blitz e das partidas rápidas, é o caso de Paulo Cezar de Souza Haro, a quem agradecemos as respostas que seguem.

 

  1. Qual a época em que mais frequentou o clube?

 

         É difícil dizer precisamente a época que mais frequentei o Clube porque, na verdade, existiram várias fases em que o frequentei assiduamente, uma delas foi logo que fiquei sócio (acho que foi em 1971), depois nos anos oitenta também, anos noventa e, por último (que dá para lembrar melhor) foi quando o João Moysés era o presidente e promovia torneios interessantes nos fins de semana (Mini-Open e Blitz) que atraía vários mestres e demais jogadores.

 

 2.  Qual o papel do clube na sua formação como enxadrista?

 

         O papel do Clube na minha formação foi importantíssimo, basta dizer, por exemplo, que a primeira vez que joguei uma partida anotando os lances foi logo que entrei como sócio, em um torneio da 2ª categoria.

 

 

 3. Cite e comente um episódio marcante do CXSP.

 

 Na realidade, existiram muitos episódios marcantes no CXSP, mas creio que os mais memoráveis para mim foram quando aconteciam torneios com GMs estrangeiros de alto padrão (Smyslov, Korchnoi, Lyuboyevic, Andersson, Vaganian, entre outros) e que, se não me engano foram realizados no final da década de setenta. Era um prazer enorme poder acompanhar ao vivo esses torneios.

 

(1º de maio de 2011)